segunda-feira, 12 de março de 2012
NÃO PERCAM! O 4º CONGRESSO DE ESCOLA BÍBLICA
Você não pode ficar de fora... Preletores renomados... Entre em contato e faça já sua inscrição...
O DDD é (21).
Em Cristo,
Edmilson Santos
terça-feira, 6 de março de 2012
UMA MÃE SURPREENDENTE
MULHER CANANÉIA: UM
EXEMPLO DE FÉ (Mt 15. 21-28)
É impressionante, do que um amor de mãe é
capaz de fazer. Vamos analisar
os obstáculos que esta mãe enfrentou para salvar sua filha.
As cidades
palco deste acontecimento, se chamavam Tiro
e Sidon. Estas cidades ficavam na
fronteira com a Galiléia. Sidon situava-se a 32km da da moderna Beirute e Tiro
a 40km de Sidon. As duas cidades eram grande em população e eram centros de
comércios e riquezas da época. De repente, em meio
a multidão que se comprimia para ouvir o Mestre, apareceu uma mulher clamando
insistentemente. Em seu clamor ela disse três
coisas:
Que Jesus era o filho de Davi- Esta era uma declaração de fé que merece
destaque porque nem mesmo entre os israelitas havia este tipo de convicção.
Que necessitava da compaixão de Jesus- Provavelmente, havia feito todos os
esforços imagináveis para ver-se livre daquela situação trágica na qual se
encontrava sua filha.
Que tinha um problema humanamente
impossível de ser resolvido- sua filha estava possuída por espíritos demoníacos. O quadro dela era
tão grave que sua mãe diz ao Mestre: “minha
filha está miseravelmente endemoniada” (v.22).
Mesmo as situações desesperadoras da vida podem conter
benefícios. Tudo é uma
questão de foco. Vejamos o lado positivo
do problema no qual estava envolvida a esta mulher.
Sua necessidade conduziu-a aos pés de Jesus- Certamente, ela havia gasto muito de
seu tempo e recursos materiais no sentido de encontrar a libertação para sua
filha. Tudo em vão. Aos pés de Jesus é sempre o melhor para se
estar não só em momentos difíceis, mas, em todas as situações da vida.
Expectativa de um milagre- Milagre é algo que está além da
compreensão e das possibilidades do ser humano. E esta era sua situação.
Seu sofrimento levou-a ter fé- Parece um paradoxo, mas seu sofrimento
possibilitou-lhe uma experiência inesquecível. Isso
reforça a idéia de que todas as situações da vida, mesmo as mais desfavoráveis,
podem conter incomparáveis conquistas.
O QUE O SOFRIMENTO PRODUZIU
NA VIDA DESTA MULHER
Desenvolveu nela uma FÉ perseverante, vejamos os testes que ela
enfrentou:
1.
O silêncio de Jesus
2.
A indiferença dos discípulos
3.
E por último a própria palavra de
Jesus: “... não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos.”
(v.26)
A fé levou-a humilhar-se diante de
Jesus
A resposta
de Jesus ao seu clamor, contrariamente ao que se pensa, não a estava
desprezando. A expressão “cachorrinhos”,
no diminutivo, era usada para indicar carinho, animalzinho de colo ou
estimação. Ela respondeu: “ mas também os cachorrinhos comem das migalhas que
caem da mesa dos seus senhores” (v.27).
A vitória da fé
“Ó mulher! Grande é a tua fé: seja
feito para contigo como tu desejas” (v.28). Desde aquele momento, sua filha ficou liberta., sua
dor foi estancada, seu problema resolvido e a fé plantada em seu coração para
sempre. Amém!
Em Cristo,
Edmilson Santos
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
PASTOR, UM LÍDER SOLITÁRIO
Pastores costumam ser pessoas
solitárias, por vocação. Conheço muitos pastores que têm amigos de verdade, e, no
entanto, têm forte tendência à solidão! A maior parte deles vive se
remoendo, enquanto luta com seus problemas interiores, sem poder encontrar um
amigo de confiança com o qual desabafar. Não podem conversar sobre seus
problemas e conflitos com os membros da igreja; e sequer com os demais
obreiros. Desabafam com Deus, enquanto derramam o coração em lágrimas em seus
momentos de solidão. Pastores sofrem com a solidão. Ainda
que acompanhados de tanta gente e cercados de colegas ministeriais vivem sós.
Geralmente os obreiros que os cercam não o fazem como amigos ou companheiros –
aplaudem e elogiam em busca de cargos ou privilégios. Raramente encontra-se um
amigo que viva o compromisso de ajudar o líder, a ponto de admoestá-lo com
amor.
Por outro lado, o líder em evidência se põe perante os demais colegas
ministeriais como gente de esfera superior, que não precisa
da ajuda de ninguém,
como super-homem, intocável, impecável – isto mesmo, no sentido de que nunca
peca – inviolável e que sabe superar seus problemas. Perante seus amigos e
colegas tem uma imagem colorida de sucesso e poder – mas tais pastores são
pessoas, fracas, e esquecem que o poder de viver
integralmente a vida cristã reside na
dependência de Deus e na força de seus amigos.
Talvez
agora mesmo você está lendo este estudo e gostaria de ter um amigo para
conversar sobre sexo, dificuldades
com a esposa, tentações, finanças, problemas
pessoais, mas sofrem, temendo o colega
infiel. Imaginam que podem ser traídos e prejudicados.
Na
falta de confessores, os pastores digladiam-se internamente com seus traumas e
pecados. Esquecem que a confissão traz alivio à tensão, desabafa sentimentos,
cura e traz paz interior. A confissão e as lágrimas ajudam o pastor a sentir
que é humano, ao mesmo tempo em que é espiritual.
As Escrituras não escondem as
fraquezas e as tentações dos homens de Deus, até dos mais íntimos de Jeová. Noé, Abraão, Moisés, Davi, Elias e demais homens de Deus tiveram seus
momentos de fraqueza, e alguns deles são vistos em momentos de depressão, e
quando o escritor aos hebreus deles se utiliza para falar da fé, não menciona,
em momento algum suas fraquezas, mas a fé e a perseverança que lhes levou a
obter o galardão.
Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do
poder seja de Deus e não de nós (2 Co 4.7).
Meu
colega pastor deixe-me dizer uma coisa:
A glória de Deus somente opera em vasos imperfeitos. E nossa imperfeição está
ali, apontando para nós, dizendo-nos que precisamos de Deus, sempre! Deus deixa certas falhas nos seus filhos para que
aprendam a depender exclusivamente dele. A glória e a graça de Deus vêm sobre
nós escondendo nossas fraquezas. Assim como os pés dos querubins eram
pés de bezerro, na descrição de Ezequiel – feios – mas brilham com a glória de
Deus, nosso caminhar é santificado por sua glória.
Somos como o
Mefibosete da Bíblia. Este neto de Saul, aleijado de ambos os pés;
este filho de Jônatas é agora trazido para a casa de Davi e com ele come à
mesa. Mas era aleijado! No entanto,
suas pernas não eram vistas, ficavam encobertas sob as toalhas da mesa do rei!
(2 Sm 9). Somos imperfeitos no nosso caminhar – temos pés que não condizem com
a natureza de glória, estes, no entanto, têm suas imperfeições cobertas com o
brilho da glória de Deus!
Em Cristo,
Edmilson Santos
Autor - João A. de Souza filho
Autor - João A. de Souza filho
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
AMOR, SÓ DE MÃE
Pode
uma mulher esquecer-se tanto do filho que cria, que se não compadeça dele, do filho
do seu ventre? Mas, ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, me não esquecerei
de ti (Isaías 49.15).
“Talvez um dos papéis mais preponderantes da mulher
destacado na bíblia, seja o de mãe, embora todos os papéis sejam igualmente
reconhecidos. Esse papel de mãe era tão importante nos tempos bíblicos que a
esterilidade feminina chegava a ser considerada uma maldição divina, porquanto
furtava a mulher de uma de suas funções mais importante na vida. Há casos
destacados com especialidade como o de Sara( Gn 17:15), Raquel (Gn30), e Ana (I
Sm 1:2). R. C.
É comum ouvir pessoas dizendo: "Amor, só de mãe". Embora isso seja uma grande verdade, vivemos dias em que mães abandonam recém-nascidos. Além disso, pais e filhos não se entendem; há um conflito
de gerações. E, como a sociedade é formada por famílias, a cada dia aumenta a violência, a imoralidade e outros males.
Muitas dessas
famílias possuem em casa um exemplar da Bíblia. Apesar disso, os pais jamais tiveram tempo para lê-Ia com os seus filhos. Talvez seja esse o seu caso, prezado amigo. E, por isso mesmo,
ainda não tenha descoberto nesse glorioso Livro – inspirado por
Deus - que existe um amor maior que o de mãe!
O amor divino
transcende o amor de pai e mãe. Ainda
que você se sinta abandonado por todos os seus entes queridos, se confiar no Pai celestial, poderá dizer: "... quando
meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me recolherá" (Salmos 27.10).
Porque
Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo
aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna João 3.16.
Quais são a características
do maior amor, o de Deus:
• Voluntário. "Deus amou". Foi um ato espontâneo, sem que a humanidade fizesse algo para merecê-lo. Afinal, segundo a Palavra de Deus, todos os homens são pecadores por natureza (Romanos 3.23;
5.12; 11.32).
• Universal. Ele amou "o mundo"; toda a humanidade foi amada por Jesus Cristo, que por ela derramou o seu precioso sangue (Romanos
5.8).
• Imensurável. Ele amou "de tal maneira".
É impossível definir a grandeza desse amor.
• Provado. Deus "deu o seu
Filho unigênito". Amor só de palavras sequer pode ser chamado de amor. Mas o Todo-Poderoso provou que nos ama de verdade ao enviar o que tinha de melhor, o seu próprio Filho.
O que fazer para ser alcançado pelo amor divino? A Palavra de Deus responde: "... para que todo aquele que nele crê não pereça, mas
tenha a vida eterna". É preciso crer, que aqui implica confiar. E confiança envolve entrega:
Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele tudo
fará (Sl 37.5).
Em Cristo,
Edmilson Santos
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