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domingo, 3 de julho de 2011

SALMO 4


TÍTULO
Parece que a intenção era que este salmo acompanhasse o terceiro e formasse um par com ele. Se o último pode ser chamado O SALMO DA MANHÃ, este, pelo seu conteúdo, igualmente merece o título de O SALMO DO ENTARDECER. Possam as palavras especiais do oitavo versículo ser a doce canção do repouso ao nos recolhermos!
"Assim, com as idéias compostas, tranqüilas,
Entrego-me ao sono que dás.
Tua mão bem seguros conserva meus dias
E ao sono me entrego em paz."
O título inspirado é o seguinte: "Ao mestre da música. Com instrumentos de cordas. Salmo davídico". O mestre da música era o diretor da música sagrada do santuário. Com respeito a essa pessoa leia cuidadosamente 1Crônicas 6.31, 32; 15.16-22; 25.1,7. Nessas passagens, o amante da música sacra encontrará muita coisa interessante e que explicará qual era a maneira de louvar Deus no templo. Alguns dos títulos dos salmos, sem dúvida vêm dos nomes de certos cantores célebres, que compuseram a música com a qual eram cantados. Com instrumentos de cordas, ou instrumentos de mão, que eram tocados somente com as mãos, como harpas e címbalos. A alegria da igreja judaica era tão grande que precisava de música para expressar os sentimentos de deleite de suas almas. Nossa alegria santa não é menos transbordante por preferirmos expressá-la de maneira mais espiritual, como convém a uma dispensação espiritual. Aludindo a esses instrumentos tocados com a mão, Nazianzo diz: "Senhor, eu sou um instrumento para tu tocares". Abramo-nos ao toque do Espírito, e assim faremos melodia. Possamos ser cheios de fé e amor, e seremos instrumentos de música vivos.
Hawker diz: "A Septuaginta lê a palavra que temos em nossa tradução como mestre da música Lamenetz, em vez de Lamenetzoth, do qual o sentido é até o fim. Foi de onde os pais gregos e latinos imaginaram que todos os salmos que levam essa inscrição se referem ao Messias, o grande fim. Nesse caso, este salmo é dirigido a Cristo; e bem pode ser esse o caso, porque é todo sobre Cristo, e falado por Cristo, e diz respeito somente ao seu povo como sendo um com
Cristo. O Senhor, o Espírito, permita que o leitor entenda isso e, assim, ele o descobrirá ser muito abençoado.

DIVISÃO

No primeiro versículo, Davi roga a Deus por auxílio. No segundo, discute com seus inimigos e continua a lhes dirigir a palavra até o final do versículo 5. Então, do versículo 6 ao final, ele contrasta belamente sua própria satisfação e segurança com a inquietação dos ímpios nas melhores condições em que estejam. O salmo muito provavelmente foi escrito na mesma ocasião do anterior, e é outra flor rara do jardim da aflição. Para nossa felicidade é que Davi foi testado, ou então, provavelmente, nunca teríamos ouvido esses doces sonetos da fé.

DICAS PARA O PREGADOR

VERS. 1. Fornece farto material para um sermão sobre misericórdias passadas como súplica para ajuda presente. A primeira sentença mostra que crentes desejam, esperam e crêem num Deus que ouve a oração. O título - Deus da minha justiça - é uma idéia para um texto, e a última sentença poderá sugerir um sermão sobre "Até o melhor dos santos ainda precisa apelar à misericórdia e graça soberana de Deus".

VERS. 2. A depravação do homem como demonstrada:
1. por continuar a desprezar Cristo;
2. por amar a vaidade no seu coração; e
3. buscar mentiras em sua vida cotidiana.
VERS. 2. Até onde vai o pecado do pecador. "Quanto tempo?" Pode ser limitado por arrependimento, será por morte, contudo continuará na eternidade.
VERS. 3. A eleição. Seus aspectos para com Deus, os nossos inimigos e nós mesmos.
VERS. 3. "O Senhor ouvirá quando eu o invocar". Respostas à oração são certas para pessoas especiais. Note bem aqueles que podem receber o favor.
VERS. 3. O gracioso separador. Quem é ele? Quem o separou? Com que finalidade? Como fazer com que as pessoas saibam?
VERS. 4. O pecador é instruído a se reexaminar, para que possa se convencer de pecado ( Andrew Fuller, 1754-1815).
VERS. 4. "Aquietem-se". Um conselho - bom e prático, mas difícil de seguir. Há momentos em que são oportunos. Graças são necessárias para que a pessoa consiga aquietar-se. Os resultados da tranqüilidade. As pessoas que mais precisam deste conselho. Exemplos de sua prática; aqui há muito material para um sermão.
VERS. 6. A natureza desses sacrifícios que se espera que o povo do Senhor ofereça (William Ford Vance, 1827).
VERS. 6. O grito do mundo e da igreja contrastados.
VERS. 6. Os apetites da alma são todos satisfeitos em Deus.
VERS. 6, 7. Uma certeza do amor do Salvador; a fonte de alegria sem comparação.
VERS. 7. As alegrias do crente.
1. A fonte delas, "Tu";
2. Seu tempo - mesmo agora - "Encheste";
3. Sua posição, "no meu coração";
4. Sua excelência, "alegria maior do que... (dos) que têm fartura de trigo e de vinho". Outro tema excelente é sugerido: "A superioridade das alegrias da graça comparadas às alegrias da terra"; ou "Dois tipos de prosperidade - qual a mais desejável?"
VERS. 8. A paz e segurança de um homem bom (Joseph Lathrop, D.D., 1805).
VERS. 8. Um quarto para crentes, um cântico vespertino para cantar ali e um guarda para vigiar a porta.
VERS. 8. A boa noite do crente.
VERS. 2-8. Os meios que um crente deve utilizar para ganhar os incrédulos para Cristo.
1. Admoestação, versículo 2.
2. Instrução, versículo 3.
3. Exortação, versículos 4, 5.
4. Testemunho às bênçãos da verdadeira religião como nos vers. 6, 7.
5. Exemplificação daquele testemunho pela paz da fé, versículo 8.

Em Cristo,
Edmilson Santos

quinta-feira, 26 de maio de 2011

SALMO 3

TÍTULO
Um salmo de Davi, quando fugiu de seu filho Absalão. Vocês se lembram da história da fuga de Davi de seu próprio palácio, quando no escuro da noite, ele passou a vau o ribeirão Cedrom, e foi com uns poucos seguidores fiéis esconder-se por um tempo da fúria de seu filho rebelde. Lembre-se que Davi foi uma espécie de Senhor Jesus Cristo. Ele também fugiu; também transpôs o ribeirão Cedrom quando seu próprio povo estava em rebelião contra ele e, com um bando fraco de seguidores, entrou no jardim do Getsêmani. Ele também bebeu da água do ribeirão no caminho e ergueu o ânimo. Para muitos comentadores, este salmo é chamado O HINO DA MANHÃ. Possamos nós sempre acordar com confiança santa em nosso coração e com uma canção em nossos lábios!
DIVISÃO
Este salmo pode ser dividido em quatro partes de dois versículos cada. De fato, muitos dos salmos não podem ser entendidos bem sem considerarmos atentamente suas divisões. Não são descrições contínuas de uma cena, e sim um conjunto de retratos de muitos assuntos aparentados. Como em nossos sermões modernos dividimos nosso discurso sob cabeçalhos diferentes, assim acontece com os salmos. Sempre há uma unidade, mas é a unidade de um feixe de flechas, e não de uma seta solitária. Olhemos agora o salmo que está diante de nós.
Nos primeiros dois versículos tem-se Davi fazendo uma queixa a Deus com respeito a seus inimigos; então ele declara a sua confiança no Senhor (3, 4), canta de como está seguro quando dorme (5, 6), e se fortalece para o conflito futuro (7, 8).
DICAS PARA O PREGADOR
VERS. 1. O santo conta a seu Deus as suas aflições.
1. Seu direito de fazê-lo.
2. A maneira apropriada de contá-las.
3. Os resultados justos de tal comunicação santa com o Senhor.
Quando podemos esperar aumento de aflições? Por que são enviadas? Qual é nossa sabedoria com referência a elas?
VERS. 2. A mentira contra o santo e a difamação sobre seu Deus.
VERS. 3. A bênção tripla que Deus coloca sobre os seus que sofram - defesa, honra, alegria.
Mostre como todos estes itens podem ser desfrutados pela fé, mesmo em nossa pior condição.
VERS. 4.
1. Em perigos devemos orar.
2. Deus nos ouvirá graciosamente.
3. Devemos registrar as respostas de graça recebida.
4. Podemos nos fortalecer para o futuro lembrando os livramentos do passado.
VERS. 5.
1. Descreve o doce dormir.
2. Descreve o feliz acordar.
3. Mostra como as duas coisas devem ser apreciadas, "É o Senhor que me sustém".
VERS. 6. A fé rodeada por inimigos e, contudo, triunfante.
VERS. 7.
1. Descreve o tratamento passado do Senhor com os seus inimigos; "Quebra o queixo... arrebenta...".
2. Mostra que o Senhor deve ser nosso recurso constante: "Ó Senhor", "Ó meu Deus".
3. Discorre sobre o fato de que o Senhor deve ser chamado, invocado: "Levanta-te, Senhor".
4. Insiste com os crentes para usarem as vitórias do Senhor no passado como um argumento com o qual prevalecer com ele no presente.
VERS. 7 (última cláusula). Nossos inimigos são inimigos vencidos, leões desdentados.
VERS. 8 (primeira cláusula). Salvação de Deus, do começo ao fim.
VERS. 8 (última cláusula). Foram abençoados em Cristo, através de Cristo, e serão abençoados com Cristo. A bênção repousa sobre suas pessoas, consolos, tribulações, trabalhos, famílias. Flui da graça, é apreciada pela fé, e é assegurada por juramento (James Smith, 1802-1862).

Em Cristo,
Edmilson Santos

segunda-feira, 16 de maio de 2011

SALMO 2

 
TÍTULO
Podemos chamá-lo de SALMO DO MESSIAS, O PRÍNCIPE, pois apresenta, como se fosse uma visão maravilhosa, o povo tumultuado contra o ungido do Senhor, o propósito resoluto de Deus de exaltar seu próprio Filho, e o reinado final desse Filho sobre todos os seus inimigos.
Recordemos com o olho da fé, vendo, como num espelho, o triunfo de nosso Senhor Jesus Cristo sobre todos os seus inimigos. Louth fez os seguintes comentários sobre este salmo: "O estabelecimento de Davi sobre o seu trono, não obstante a oposição feita pelos seus inimigos é o assunto do salmo. Davi o mantém em dois planos, literal e alegórico. Se lemos o salmo inteiro, primeiro com o olho literal de Davi, o sentido é óbvio, e se situa acima de qualquer
disputa com a história sagrada. Há mesmo um brilho descomunal na expressão das figuras de linguagem, e a maneira de dizer é até exagerada de vez em quando, como se fosse de propósito para sugerir, e levar-nos a contemplar, os assuntos mais elevados e importantes que nisso se ocultam. Depois deste aviso, se virmos o salmo, desta vez, relacionando-o com a pessoa e os interesses do Davi espiritual, uma nobre série de eventos surge à vista
imediatamente, e o sentido se torna mais evidente, além de mais exaltado. O colorido que talvez pareça muito ousado e gritante para o rei de Israel, não mais parecerá quando colocado sobre seu grande antítipo.
Depois de considerarmos com atenção os assuntos separadamente, se os considerarmos juntos, contemplaremos a beleza e majestade plena deste charmosíssimo poema. Perceberemos os dois sentidos muito distintos um do outro, mas que agem em perfeita harmonia, e mantêm uma semelhança admirável em cada aspecto e feição, enquanto a analogia entre eles é
preservada com tanta exatidão, que qualquer dos dois pode ser aceito como o original do qual o outro foi copiado. Nova luz é lançada continuamente sobre a fraseologia, nova importância e dignidade são acrescentadas aos sentimentos, até que, ascendendo aos poucos das coisas inferiores para as superiores, dos afazeres humanos aos divinos, eles elevam o grande tema e, finalmente, o colocam na altura e resplandecência do céu."

DIVISÃO
Este salmo será melhor entendido se for visto como um retrato quádruplo. Nos versículos 1, 2,3, as nações rugem; de 4 a 6, o Senhor nos céus caçoa deles; de 7 a 9, o Filho proclama o decreto; e de 10 ao final, aconselha-se os reis a concederem obediência ao ungido do Senhor.
Esta divisão não é só sugerida pelo sentido, mas é garantida pela forma poética do salmo, que cai de forma natural em quatro estrofes de três versículos cada.

DICAS PARA O PREGADOR
Salmo inteiro. Mostra-nos a natureza do pecado e seus terríveis resultados se pudesse reinar.
VERS. 1. Nada há que seja mais irracional do que a irreligião, a descrença. Um tema de peso. As razões pelas quais os pecadores se rebelam contra Deus, declaradas, refutadas, lamentadas e arrependidas.
A demonstração culminante do pecado humano no ódio do homem para com o Mediador.
VERS. 1 e 2. Oposição ao evangelho, irracional e inútil.
VERS. 1 e 2. Estes versículos mostram que é vã toda a confiança no homem, no trabalho de Deus. Como os homens fazem oposição a Cristo, não é bom depositar nossa confiança na multidão por ser numerosa, nem nos sinceros pelo seu zelo, nem nos poderosos por sua aprovação, ou nos sábios por seus conselhos, visto que todos esses na maioria das vezes são contra Cristo em vez de a favor dele.
VERS. 2. "O maior julgamento que já foi registrado" (Sermão de Spurgeon).
VERS. 3. O motivo real de haver oposição dos pecadores à verdade de Cristo, ou seja, seu ódio contra as restrições da piedade.
VERS. 4. Deus zomba dos rebeldes, tanto agora como no além.
VERS. 5. A voz da ira. Um de uma série de sermões sobre as vozes dos atributos divinos.
VERS. 6. A soberania de Cristo.
1. A oposição a ela: "Porém (ARA)."
2. A certeza de sua existência: "Eu mesmo estabeleci."
3. O poder que o mantém: "Eu estabeleci."
4. O lugar de sua manifestação: "Em Sião, no meu santo monte."
5. As bênçãos fluem dela.
VERS. 7. O decreto divino a respeito de Cristo, ligado aos decretos de eleição e providência. Jesus reconhecido como filho de Deus.
Este versículo nos ensina a declarar fielmente, e a reivindicar humildemente, os dons e chamado que Deus nos conferiu (Thomas Wilcocks).
VERS. 8. A herança de Cristo (William Jay).
A oração indispensável: Jesus precisa pedir.
VERS. 9. A ruína dos maus. É certa, irresistível, terrível, completa, irreparável, "como uma vasilha de oleiro".
A destruição de sistemas de erro e opressão que é esperada. O evangelho é um bastão de ferro capaz de quebrar vasilhas feitas pelo homem.
VERS. 10. A verdadeira sabedoria, digna para reis e juízes, se acha em obedecer a Cristo. O evangelho é uma escola para aqueles que querem aprender a governar e julgar bem. Eles poderão considerar seus princípios, seu modelo, seu espírito.
VERS. 11. Experiência mista. Veja o caso das mulheres voltando do sepulcro (Mateus 28.8).
Isso pode ser apresentado como assunto muito consolador, se o Espírito Santo dirigir a mente do pregador.
A verdadeira religião, um composto de muitas virtudes e emoções.
VERS. 12. Um convite sincero.
1. A ordem
2. O argumento.
3. A bênção sobre os obedientes (Sermão de Spurgeon).
Última cláusula - Natureza, objetivo e bênção da fé salvadora.

Em Cristo,
Edmilson Santos 

SALMO 1


TÍTULO
Este salmo é considerado o prefácio dos salmos, pois apresenta o conteúdo de todo o livro. É desejo do salmista ensinar-nos o caminho para a bem-aventurança e avisar-nos sobre a
destruição certa dos pecadores. Este, portanto, é o assunto do primeiro salmo, que em certos respeitos pode ser visto como o texto sobre o qual o todo dos salmos compõe um sermão divino.

DIVISÃO
Este salmo consiste de duas partes: na primeira (do versículo 1 ao versículo 3), Davi expõe em que consiste a felicidade e a bem-aventurança de um homem piedoso, quais são os seus procedimentos e quais as bênçãos que receberá do Senhor. Na segunda parte (do versículo 4 ao final), ele contrasta o estado e o caráter daqueles que não têm Deus, revela o futuro, e descreve, em linguagem impressionante, seu destino final.

DICAS PARA O PREGADOR
VERS. 1. Pode fornecer um texto ótimo sobre "O progresso no pecado", ou "A pureza do cristão", ou "A bem-aventurança dos justos". Sobre este último, fale do crente como abençoado:
1. Por Deus,
2. Em Cristo;
3. Com todas as bênçãos;
4. Em todas as circunstâncias;
5. Através do tempo e da eternidade;
6. Até o mais alto grau.
VERS. 1. Ensina uma pessoa piedosa a precaver-se (1) das opiniões, (2) da vida prática e (3)
da companhia de pecadores. Mostre como a meditação sobre a Palavra nos ajudará a manter
distância desses três males.
A natureza insinuante e progressiva do pecado (J. Morrison).
VERS. 1. Relaciona-se com o salmo inteiro. A grande diferença entre os justos e os ímpios.
VERS. 2. A palavra de Deus.
1. A satisfação que proporciona ao crente.
2. O conhecimento da Palavra que o crente ganha.
Aspiramos estar na companhia daqueles que amamos.
VERS. 2.
1. O que se entende por "a lei do Senhor".
2. O que há nessa lei que pode ser um deleite para o crente.
3. Como ele mostra esse deleite, como pensa nela, passa a lê-la mais, a falar dela, a obedecê-la
e a não se deleitar no mal?
VERS. 2. (última cláusula). Os benefícios, as ajudas e os empecilhos da meditação.
VERS. 3. "A árvore frutífera":
1. Onde cresce?
2. Como chegou lá?
3. Quanto produz?
4. Como ser igual a ela?
VERS. 3. "Plantada à beira de águas correntes".
1. A origem da vida cristã, "plantada".
2. Os riachos que a sustentam.
3. O fruto que se espera dela.
VERS. 3. A influência da religião sobre a prosperidade (Blair).
A natureza, as causas, os sinais e os resultados da verdadeira prosperidade. "Frutos no tempo certo"; virtudes a serem mostradas em certos tempos: paciência na aflição; gratidão na prosperidade; zelo na oportunidade. "Suas folhas não murcham": a bênção de manter um testemunho que não murcha.
VERS. 3, 4: (título sugestivo) "A palha espalhada pelo vento" (Sermão de Spurgeon). O pecado provoca contradição em cima de cada bênção.
VERS. 5. A condenação dupla do pecador.
1. Condenado no tribunal de justiça.
2. Separado dos santos.
A racionalidade dessas penas, portanto, e como escapar delas.
"A comunidade dos justos" vista como sendo a igreja do unigênito acima. Isso pode fornecer um assunto nobre.
VERS. 6: (primeira frase). Um doce incentivo para o povo experimentado de Deus. O conhecimento aqui significava:
1. seu caráter: um conhecimento de observação e aprovação.
2. sua fonte: vem pela onisciência e pelo amor infinito.
3. seus resultados: sustento, livramento, aceitação e, por fim, glória.
VERS. 6. (última cláusula). O caminho do prazer, do orgulho, da descrença, da blasfêmia, da perseguição, da procrastinação, da auto-ilusão. chegará ao fim.

Obs.: Se porventura este estudo edificou sua vida, não deixe de comentar. Fazendo isto, estará nos motivando a postar mais estudo deste nível.

Em Cristo,
Edmilson Santos