quinta-feira, 26 de julho de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
O SILÊNCIO DE DEUS
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| Por Josiel Dias |
Por que o silêncio incomoda tanto?
Clamo a
ti, porém, tu não me respondes; estou em pé, porém, para mim não atentas. Jó
30:20
Um grande conferencista foi convidado
para uma palestra em uma determinada igreja, chegando à hora da mensagem, a
igreja superlotada aguardava ansiosa o mensageiro da noite. O conferencista
então sobe até o púlpito, pega o seu óculos e abre a sua Bíblia em uma
determinada parte e simplesmente não diz nada, apenas fica olhando para a
congregação.
Foram sessenta segundos sem esmiuçar
nenhuma palavra, os irmãos começaram a ficar preocupados, pois não entendia o
que estava acontecendo. Nos trinta segundos de total silêncio ouviu-se uma irmã
que gritou: Fala Deus! Outras vozes ecoaram na congregação dizendo: Senhor tem
misericórdia!
O Pastor calado segurava a sua Bíblia
e apenas olhava a igreja. Eu penso que nem mesmo aquele pastor estava
aguentando ficar em silêncio. Em fim o conferencista quebra o silêncio e
exclama:
Por que vocês estão tão ansiosos? Por
que vocês estão tão aflitos e apressados? Mais uma pausa foi dada. Havia um
propósito naquele silêncio do conferencista, ele sabia que fazia parte da
mensagem e dinâmica da noite. Mas todo aquele povo não sabia de nada.
O conferencista então quebra
totalmente aquele insuportável silêncio e dá início a mensagem.
As primeiras palavras ditas por aquele
pastor foi a seguinte: Vocês ficaram agoniados por apenas um minuto que eu me
silenciei. Então como seria o silêncio de Deus, por dias, meses e anos?
O
silêncio de Deus não significa ausência dEle.
Às vezes ficamos como aquela
congregação, agoniados, aflitos querendo ouvir algo de Deus, uma resposta um
murmuro se quer. Questionamos a Deus o porquê, mas Ele não responde as nossas
preces. Queremos ouvi-lo já, em nosso tempo e muitas vezes a resposta que
queremos ouvir é um sim!
As três
respostas de Deus para nós
Sim, Não, Espere, faz parte das
respostas que Deus nos dá em seu tempo, muitas vezes o “Espere” é acompanhado
de um total silêncio. Deus sabe o que está acontecendo, mas nós nos
desesperamos e achamos que estamos sozinhos e que Deus não nos ouve.
No texto base desta mensagem Jó diz:
Clamo a ti, e não me respondes; estou em pé, mas apenas olhas para mim! Jó
30:20.
A percepção do servo Jó naquele
momento de tribulação era que Deus não estava lhe respondendo, nem atentava
para o seu “colocar-se em pé”. Podemos interpretar este “colocar-se em pé de
Jó”como uma forma de chamar a atenção de Deus.
Às vezes estamos passando por uma
luta, tribulação e queremos a resposta de Deus na mesma hora em nosso tempo,
normalmente falamos: Deus porque o Senhor não responde? Por que demora tanto a
minha vitória? Eu tenho orado, estou aflito, estou em pé e chamo tua atenção,
mas nada acontece.
Como é difícil esperar não é mesmo?
Queremos ouvi-lo em nosso tempo, tem que ser na nossa hora. Salmo 40 nos dá uma
lição, pois precisamos ter paciência e confiança no Senhor. Começamos no
versículo primeiro que diz: Esperei pacientemente pelo Senhor e ele ouviu o meu
clamor, mas logo pulamos para o versículo treze que diz: Apressa-te Senhor em
socorrer-me.
O Tempo
de Deus quase sempre não bate com o nosso tempo.
Ficamos analisando também o Salmista
Davi em seu desespero e aflição no Salmo 13:1-3 e em apenas nos dois primeiros
versículos, simplesmente faz cinco perguntas para Deus, vejamos:
Primeira
pergunta do salmista:
Até quando Senhor?
Segunda
pergunta do salmista:Esquecerás
de mim para sempre?
Terceira
pergunta do salmista:Até
quando ocultarás de mim o rosto?
Quarta
pergunta do salmista:
Até quando estarei eu relutando dentro da minha alma, com tristeza no coração
cada dia?
Quinta
e última pergunta do salmista: Até quando se erguerá contra mim o meu
inimigo?
Após estes questionamentos o salmista
exclama no versículo três: Atenta para mim, responde-me, Senhor, Deus meu! Esta
exclamação indica talvez o tom de voz do salmista em seu pedido.
A resposta a todos estes
questionamentos do salmista David, Jó e porque também os nossos, vem também de
um Salmo, Salmo 46: 10-11.
Aquietai-vos e sabeis que eu sou Deus,
Sou exaltado entre as nações. O Senhor dos exércitos está conosco. O Deus de
Jacó é o nosso refúgio.
Aquieta o teu coração, a resposta de
Deus sempre é a melhor para as nossas vidas. O tempo de Deus é perfeito e o seu
silêncio não é ausência Dele.
Deus continue te abençoando hoje e
sempre. Amém
Em Cristo,
Edmilson Santos
segunda-feira, 18 de junho de 2012
OS DIAS DA CRIAÇÃO
"Os dias da criação do
mundo foram literalmente dias de vinte e quatro horas?"
Realmente, muito se tem discutido sobre o
significado da palavra dia nos primeiros versículos do livro de Gênesis. Para muitos,
os dias da criação (Gn 1.1,13) são longos períodos que, inclusive devem
coincidir com as eras geológicas. Outros, no entanto, interpretam esses dias
como períodos de vinte e quatro horas.
Os que advogam a palavra dia como
significando um longo período, afirmam que até o 3" dia (Gn 1.1.13) não
existiam o Sol e a Lua. para regerem o tempo, definindo o dia e a noite, à
semelhança de hoje. Os que declaram que os dias da criação compreendem um
período de vinte e quatro horas apegam-se a Êxodo 20.11. Moisés se teria
referido a dias de vinte e quatro horas aplicando-os à criação.
Em muitas referências bíblicas, a palavra
dia ou "Yom" (heb.). tem vários significados. Por exemplo,
"dia" 1.181 vezes; "hoje" 87 vezes;
"eternamente" 18 vezes; "continuamente" 10 vezes;
"idade" 6 vezes; "vida" 4 vezes; "perpetuamente"
2 vezes. Além disso, às vezes parecem compreender o período da criação, isto
é, os seis dias (Gn 2.4), o que dificulta, de fato, a compreensão exata do
assunto.
O que é mais aceito pelos estudiosos
desse assunto é que aí se refere a dia solar.
As seguintes referências sustentam o
princípio de que os dias da criação, mencionados em Gênesis capítulo 1 e 2, são
dias solares: a) cento e cinqüenta dias do Dilúvio: Gn 8.3; b) quarenta dias
(espias): Nm 13.25; c) três dias (Jonas): Jn 1.17; d) quarenta dias depois da
ressurreição de Jesus: At 1.3; e) seis dias (criação): Êx 20.9-11. Em todas as
referências do Velho Testamento aqui mencionadas, a palavra "dia",
no original está "yom" (hb), que significa, neste caso, dia solar. Em
Atos aparece a palavra "hemera" (gr), que tem o mesmo significado.
Todavia, existem outros importantes sentidos, como seja, um período de tempo
que pode ser de curta ou de longa duração (Is 2 e 4), ou um tempo mesmo (Gn
4.3; 26.8; Nm 20,15) ou um período inclusivo e compreensivo: Gn cap. 2; Dt cap.
10.
Destarte, a fim de esclarecer esta questão,
apresentamos, ao caríssimo leitor, nove razões que levam alguns estudiosos da
Bíblia a pensar que estes "yons", ou seja, dias, foram de 24 horas:
1. Cada um destes dias de Gênesis está
dividido em períodos de luz e escuridão, exatamente como um dia solar. Alguns,
entretanto, discutem baseados na convicção de que nos três primeiros dias da
criação não havia sol, e que, por isso, não poderiam ser dias solares. Porém,
existem dias no inverno em que não aparece a luz solar, e, além disso, há
países onde a luz do Sol não aparece por longos períodos, mas ainda assim
dividem-se os dias em 24 horas.
2.
Notamos que no 3º dia o grande mundo botânico nasceu sendo
este também dividido como os outros; mas, se acreditarmos que este foi um
período geológico, como alguns admitem, de 500.000 anos de luz e seguido por
250.000 anos de trevas; perguntamos: Seria possível o mundo botânico sobreviver
metade duma era geológica sem os raios do Sol?
3.
O texto hebraico implica numa espontaneidade de acontecimentos, que
rejeitam, de fato, a necessidade duma era para representar a palavra dia. Disse
Deus: "Haja luz", e a luz existiu. Será que o Deus onipotente e
plenipotenciário iria precisar de tantos séculos para realizar essa obra? Pedro
esclarece-nos isso quando diz que um dia, para o Senhor, é como mil anos e mil
anos como um dia: 2 Pe 3.8. Deus, pela sua Palavra, poderia ter feito todas as
coisas num só dia, pois, para Ele, tempo não é impedimento.
4.
Temos de convir em que Moisés, quase com certeza, se está referindo a
dias solares de 24 horas, e não a dias geológicos, que os cientistas com seus
determinados cálculos pretendem provar. Moisés certamente não estava
procurando expressar-se em termos científicos, mas usou uma linguagem
acessível à época.
5.
Nos manuscritos hebraicos, quando um número definido precede ou acompanha
a palavra "yom". sempre indica um dia solar. Por que não aqui?
6.
Está em evidência o relato da própria Bíblia, especialmente tratando do
estabelecimento do sábado, 7º dia: Êx 20. Portanto, se fôssemos dar crédito no
que dizem alguns cientistas modernos, teríamos, também, de crer no mesmo
período geológico para a criação de Adão e ainda em que Deus continua
descansando até hoje. Impossível!
7.
Se aceitarmos a teoria de que cada um destes "dias" representa
uma era geológica de 500.000 anos. como explicar, por exemplo, que Adão foi
criado no sexto período e que Deus descansou no sétimo dia ou "era"?
Adão estaria vivo depois ou foi expulso do jardim do Éden no oitavo dia? Que
idade teria ele, então? A Bíblia declara-nos que Adão morreu com 930 anos.
Porém, se seguirmos o raciocínio da geologia moderna ele teria 750.000 anos,
quando foi expulso do jardim do Éden. Isto constitui um verdadeiro absurdo!
8.
Não há razão de se exigir um período tão extenso para cada dia. A menos
que acreditemos na teoria dos evolucionistas, porque somente deste modo
precisaríamos crer nesses dias longos.
9. No versículo 3 de Gênesis não existe
discrepância. Deus disse: "Haja luz" e a luz existiu. Ademais, o
hebraico ajuda-nos a entender qual o significado dessa expressão. O termo vem
de uma tradução do hebraico: "Wa ye hi or". que dá a entender que foi
um ato instantâneo. A palavra luz, no versículo 3 é "or" fheb). e seu
correspondente é "phos" (gr). Já no versículo 14, temos a expressão
"luminares", "maior" fheb). Que significa literalmente um
candeeiro, castiçal ou candelabro, ou seja, aquele que segura a luz ou
depósito de luz.
Ademais, para provar a origem da luz no
primeiro dia da criação (pois o Sol somente foi criado no quarto dia), temos,
por exemplo, a "Aurora Boreal", do Pólo Norte; os "mares"
que possuem elementos e minerais que dão brilho fosforescente, onde existem
plantas, peixes, fungos marinhos, que têm este brilho. Um outro exemplo não
menos importante é o "vagalume" que. sem dúvida, quebra todos os argumentos
da ciência moderna, quando diz não existir luz sem calor; porém, confessam os
próprios cientistas, o inseto luminoso, joga por terra a exigência da ciência,
pois há luz sem calor. E finalmente, a "luz cósmica", que era
desconhecida e desacreditada até os homens explorarem o espaço.
O nosso Planeta e Vênus, quando contemplados
de longe, no espaço, parecem bolas de luz.
Do exposto, podemos dizer que essa incerteza
por parte da ciência, em relação à criação do universo em nada afeta a veracidade
da Palavra de Deus. Ele é o Criador de todas as coisas.
Em Cristo,
Edmilson Santos
terça-feira, 5 de junho de 2012
Prioridades na Vida do Pastor
Manter as prioridades em sua
devida ordem é um dos maiores desafios que o pastor enfrenta. As muitas
ocupações do pastorado constantemente pressionam os ministros a comprometer a
oração, a vida devocional, a família e, às vezes, até o padrão moral exigido
pela Palavra de Deus.
As prioridades do ministro
do Evangelho devem estar nesta ordem:
(1) seu
relacionamento com o Senhor, (2) sua
esposa e filhos e (3) seu ministério
e trabalho. Acompanhe-me em alguns pontos de especial interesse no campo dessas
três prioridades.
Seu
relacionamento com o Senhor. Sua vida devocional é absolutamente decisiva.
Seu
relacionamento com a esposa e filhos. Alguns ministros ficam tão
ocupados, que negligenciam as necessidades emocionais, alimentares e outras
carências da família. Esposa e filhos podem ficar ressentidos contra o ministério,
e mesmo contra Deus, tudo porque o chefe da família falhou em suprir-lhes as
necessidades básicas. Isso é trágico.
Já faz tempo que declarei
que não vou ganhar para o Senhor os filhos dos outros e perder os meus, como
aconteceu na casa do sacerdote Eli. O Senhor nos tem ajudado — a mim e a minha
esposa — nessa prioridade. Temos um lindo filho, e ele ama a Deus. Paulo
instruiu a Timóteo:
“Se alguém não sabe governar
sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?” (1 Tm 3.5).
A
obra do ministério. (1) Dê amplo tempo para a
pregação da Palavra de Deus. Quando as pessoas se reúnem, precisam
ser alimentadas com a Palavra. Elas estão famintas pelas verdades espirituais.
Como pastor, é sua responsabilidade
nutri-las com uma dieta espiritualmente balanceada. Isso significa que você tem
de passar bastante tempo estudando e se preparando.
Os primeiros apóstolos
compreenderam isso, porquanto determinaram: “Nós perseveraremos na oração e no
ministério da palavra” (At 6.4).
(2) Qualquer coisa permanente na igreja virá pela oração (e
jejum). Deus só opera na igreja que está impregnada pelo espírito de
oração. D. L. Moody disse: “Aqueles que deixaram a mais profunda marca nesta
terra amaldiçoada pelo pecado foram homens e mulheres de oração”.
(3) Treine e envolva os crentes leigos na obra do ministério.
Paulo instrui os que ocupam ministérios de liderança a estarem continuamente
envolvidos no “aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério” (Ef 4.12).
Os ministros do Evangelho
têm o privilégio de ajudar os crentes leigos a encontrar seu espaço no
ministério. Nem todos podem cantar no coral, ser porteiros ou ensinar na Escola
Dominical, mas há outros lugares no ministério cristão. Nunca foi a intenção de Deus que houvesse crentes de banco. Ele
quer que todos os membros do Corpo de Cristo tomem parte na obra do seu Reino.
Deus o chamou para o maravilhoso ministério de pastorear, e “o
Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que Ele
resgatou com seu próprio sangue” (At 20.28). A soberania de Deus impulsiona a
chamada que você tem. Quando Deus nos manda fazer algo, sempre nos dá os dons
necessários para a realização de sua obra. Compreender isso traz tremendo
descanso.
Em Cristo,
Edmilson Santos
sábado, 5 de maio de 2012
QUEM SOU EU?
Você não é um acidente Eu
sou seu criador. Você estava sob meus cuidados mesmo antes de nascer. Isaías
44.2; cev
Deus não joga dados. (Albert Einstein)
Você
não é um acidente.
Seu nascimento não foi um erro ou um infortúnio, e sua
vida não é um acaso da natureza. Seus pais podem não tê-lo planejado, mas Deus
certamente o fez. Ele não ficou nem um pouco surpreso com seu nascimento. Aliás,
ele o aguardava. Muito antes de ser concebido por seus pais, você foi concebido
na mente de Deus. Ele pensou em você primeiro. Você não está respirando neste
exato momento por acaso, sorte, destino ou coincidência. Você está vivo porque
Deus quis criá-lo! A Bíblia diz: O
Senhor cumprirá o seu propósito para comigo!
Deus determinou cada pequeno detalhe de nosso corpo. Ele
deliberadamente escolheu sua raça, a cor de sua pele, seu cabelo e todas as
outras características. Ele fez seu corpo sob medida, exatamente do jeito que queria.
Ele também determinou os talentos naturais que você possuiria e a singularidade
de sua personalidade. A Bíblia diz:
Tu me conheces por dentro e por fora, conheces cada osso do meu corpo; conheces
exatamente como fui formado, parte por parte, como fui esculpido e vim a existir.
Uma vez que Deus o fez por um motivo, ele também decidiu
o momento de seu nascimento e seu tempo de vida. Ele planejou os dias de sua
vida antecipadamente, escolhendo o momento exato de seu nascimento e de sua
morte. A Bíblia diz: Antes mesmo de o meu corpo tomar forma humana Tu já havias
planejado todos os dias da minha vida; cada um deles estava registrado no teu
livro!
Deus também programou onde você nasceria e onde viveria
para o propósito dele. Sua raça e nacionalidade não são um mero acaso; Deus não
deixou nenhum detalhe ao acaso. Ele planejou isso tudo para o propósito dele. A
Bíblia diz: De um só fez ele todos os povos [...] tendo determinado os tempos
anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar.4 Nada
em sua vida é casual — tudo foi feito em função de um propósito.
E o mais incrível: Deus decidiu como você nasceria. Independentemente
das circunstâncias de seu nascimento e de quem são seus pais, Deus tinha um plano
ao criá-lo. Não importa se seus pais foram bons, ruins ou indiferentes. Deus
sabia que esses dois indivíduos possuíam a constituição genética específica para
criar você em especial, exatamente como ele tinha em mente. Eles tinham o dna
que Deus queria para formá-lo.
Embora existam pais ilegítimos, não existem filhos ilegítimos.
Muitos filhos não foram planejados pelos pais, mas não são um imprevisto para
Deus.
Mas há um Deus que o fez por uma razão, e sua vida tem um
profundo significado! Descobrimos esse significado e propósito somente quando
tomamos a Deus como ponto de referência de nossa vida. Romanos 12.3, na
paráfrase The message [A mensagem], diz: A única forma precisa de compreendermos
a nós mesmos é pelo que Deus é e pelo que ele faz por nós.
Este
poema de Russell Kelfer resume isso:
Você é quem é por uma razão.
Você faz parte de um plano complexo.
Você é uma criação original, preciosa e perfeita,
denominada como notável homem ou mulher de Deus.
Você tem essa aparência por uma razão.
Nosso Deus não cometeu nenhum erro.
Ele o teceu no útero,
você é exatamente o que ele quis fazer.
Os pais que você teve foram escolhidos por ele,
e, a despeito de seus sentimentos,
eles foram feitos sob medida
para os planos que Deus tem em mente,
e estão aprovados pelo Senhor.
Não, aquele trauma que você enfrentou não foi fácil.
E Deus chorou por aquilo o ter machucado tanto;
mas foi permitido para moldar seu coração
para que você crescesse à sua imagem.
Você é quem é por uma razão.
Você vem sendo moldado pela vara do Senhor.
Você é quem é, amado,
porque há um Deus!
Em Cristo,
Edmilson Santos
Extraído do livro uma vida com propósito
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Mães de Joelhos Filhos de Pé!
O CAMINHO da
oração, embora glorioso, não é fácil de ser percorrido. Muitos que se propuseram
a ter uma vida fervorosa e intensa de oração desistiram no meio do caminho. Às
vezes, é fácil começar; difícil é perseverar na oração. Não gostamos de orar.
Orar é um dos mais árduos exercícios espirituais. É mais fácil ser um ativista
do que uma pessoa consagrada à oração. Orar é uma das mais renhidas batalhas
que travamos. Muitos são aqueles que falam de oração, mas poucos são os que
oram. Muitos pregam sobre a oração, mas poucos são os que oram. Muitos são
aqueles que dizem crer no poder da oração, mas poucos são os que oram
efetivamente. Talvez você já tenha perdido o ânimo de orar. Talvez sua vida de oração
seja tão pobre quanto a vida espiritual que você leva. Talvez você já teve uma
vida de oração Mais fervorosa, mas agora
seu coração está seco e sua vida sem frutos. Talvez você se lembre dos dias em
que sua alma banqueteava na presença de Deus, hoje há um vazio em seu coração.
Talvez você já foi uma
reparadora de brechas, uma intercessora, mas agora você está como uma vinha
murcha, precisando de restauração. Talvez você já lutou com Deus em favor dos
seus filhos, já chorou por eles, já
jejuou em favor deles e batia constantemente junto aos portais da graça, clamando
a Deus pela restauração dos seus filhos, mas hoje você está enfraquecida, sem
esperança e em ânimo para prosseguir.
Mônica orou cerca
de 40 anos pela conversão de eu filho Agostinho. Ele era um jovem
devasso e completamente resistente ao Evangelho. Ela jamais desistiu de esperar
um milagre de Deus na vida do seu filho. Noite e dia, ela clamava a Deu pela
conversão dele. Depois de quase 40 anos de luta,
de choro, de oração, Agostinho foi convertido. Ambrósio, amigo da família,
disse que um filho de tantas lágrimas não poderia se perder. Agostinho foi o
maior expoente da Igreja entre o período dos apóstolos e os reformadores. Ele
foi o maior teólogo que a Igreja já produziu depois do apóstolo Paulo, fonte de
inspiração para os grandes luminares da teologia reformada, como Lutero e
Calvino.
A Bíblia fala de uma mãe que se apresentou a Jesus para
clamar em favor da sua filha. Ela era uma gentia. Ela era uma estrangeira. Sua
filha estava possessa de um espírito maligno, padecendo nas mãos iníquas dos
demônios. Aquela mãe estava desesperada. Então, no auge da sua angústia, ela
vai a Jesus. Ela encontrou vários obstáculos, mas perseverou em sua busca e não
abriu mão da libertação da filha.
Em primeiro lugar,
ela enfrentou a rejeição dos discípulos de Jesus que queriam que o Mestre a
despedisse. Ela foi rejeitada por aqueles que deveriam acolhê-Ia. Ela foi
incompreendida por aqueles que deveriam cercá-Ia de cuidado e amor. Ela foi
expulsa por aqueles que deveriam abraçá-Ia.
Em segundo lugar,
ela enfrentou o silêncio de Jesus. Diante do seu clamor, o Senhor nada lhe respondeu.
O silêncio do Mestre muitas vezes é pedagógico. O silêncio de Jesus tem uma
expressão poderosa e eloquente. O silêncio de Jesus testa nossa têmpera
espiritual, prova o grau perseverança.
Em terceiro lugar,
ela enfrentou a demora de Jesus. Jesus não a atendeu de imediato. Ela não
foi atendida no tempo que queria. A demora de Deus às vezes
nos exercita no caminho da perseverança na oração.
Em quarto lugar,
ela revelou profunda humildade em sua oração. Jesus disse que não é lícito tirar
o pão dos filhos e lançá-Ios aos cachorrinhos. Ela
não se exaspera, não perde o controle, não se insurge rebelada contra Jesus. Mas
se humilha, dizendo: "Sim Senhor, mas os cachorrinhos comem das migalhas
que caem da mesa do seu senhor." Ela tem uma causa a defender. Tem uma necessidade
a ser resolvida. Tem um pedido a ser feito. Ela não
desiste e se recusa a ir embora de mãos vazias. Ela persevera na oração.
Em Quinto lugar,
ela demonstrou profunda empatia em seu clamor. Ela
não ora: "Senhor, socorre a minha filha, mas
Senhor, socorre-me." O problema d a sua filha era o seu problema. A
dor da sua filha era a sua dor. O drama da sua filha era o seu drama. Ela e sua
filna eram uma só pessoa. Ela não faz um pedido mecânico, frio. Havia paixão em
seu pedido. Havia urgência na sua voz. Havia amor no seu coração. É com essa
intensidade de alma que devemos orar pelos nossos filhos. Jesus não apenas enalteceu a sua fé, mas
também atendeu-lhe o pedido e sua filha ficou liberta e curada.
Conclusão
Não desista de orar pelos seus filhos. Não abra mão de
vê-Ios no altar de Deus. Você não gerou filhos para
o cativeiro. Você não gerou filhos para a morte. Você não gerou filhos
para povoar o inferno. Seus filhos são herança de Deus. Eles são filhos da
promessa. Lute por eles, chore por eles, ore por eles, jejue por eles, até
vê-Ios como coroas de glória nas mãos do Senhor.
Em Cristo,
Edmilson Santos
Extraído do livro Mães intercessoras
(Hagnos)
terça-feira, 17 de abril de 2012
STF aprova aborto de anencéfalo; Pr. Silas Malafaia comenta
Por 8 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu autorizar a mulher a interromper a gravidez em casos de fetos anencéfalos, sem que a prática configure aborto criminoso. Durante dois dias de julgamento, a maioria dos ministros do STF considerou procedente ação movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), que tramita na Corte desde 2004.
Pr. Silas Malafaia comenta:
O meu comentário terá viés teológico, científico e jurídico. Teologicamente falando, a Bíblia, que é o livro de regra e fé do cristão, não abre mão nem no antigo, nem no novo testamento, para nenhum tipo de aborto. A Bíblia trata o feto como uma pessoa. Deus se fez homem na concepção (Lucas 1:31). O Salmo 139 mostra, de maneira espetacular, que antes da concepção Deus já tinha anotado tudo em seu livro, antes da existência de qualquer parte do nosso corpo (versículo 16b). Deus participou no ato da concepção (versículo 13); Deus me viu na fase embrionária (versículo 16a); Deus participou de todo o desenvolvimento da vida fetal. Dar a vida e tirá-la pertence a soberania de Deus. E como já falamos, todo indivíduo nasce para morrer, seja a um segundo após o parto ou com noventa anos de idade.
Na questão científica, o que precisamos entender é que o bebê no ventre da mãe é um ser independente, está em simbiose com a mãe por questões de nutrientes para o seu desenvolvimento. Na gestação o agente passivo é a mãe, o ativo é o bebê que está dentro dela. É ele que faz cessar os ciclos da mãe, que regula o líquido amniótico, em ultima instância determina a hora de vir ao mundo e está protegido por uma capsula para não ser expulso como corpo estranho. Por outro lado, na análise científica, o que ninguém quer ver e saber – porque isto faz parte de um jogo para aprovar qualquer tipo de aborto no futuro – é que o sofrimento da mulher que carrega por nove meses um bebê anencéfalo não dá para se comparar com o trauma pós aborto que essas mulheres carregam. Podem marcar toda a sua vida por questões gravíssimas na área psicológica e emocional.
Incentivo você a ler a matéria da psicóloga Marisa Lobo aqui no Verdade Gospel.
O sofrimento de uma mulher que dá a luz a uma criança anencéfala pode ser, no máximo, nove meses. Mas o sofrimento de uma mulher que faz qualquer tipo de aborto, pode ser por toda a vida.
Na questão jurídica, aborto no Brasil é crime. Jamais o STF poderia aprová-lo. É o congresso nacional que tem autoridade para legislar. Por fim, na China já se faz aborto para bebês com Síndrome de Down e uma campanha surda para abortar meninas. Daqui a pouco vamos fazer seleção de raça e abortar bebês com qualquer tipo de defeito. Como disse, o espírito de Hitler está no mundo da pós-modernidade. O ser humano está sendo coisificado. É uma “coisa” como qualquer outra coisa que possa ser descartada. Assista o vídeo do voto contrário do presidente do STF , ministro Cezar Peluso. Simplesmente irretocável e sensacional. Convido você também a ler os artigos de Reinaldo Azevedo (colunista do site da Veja) sobre o assunto. É uma paulada nos que defendem o aborto.
Em Cristo, Edmilson Santos
STF aprova aborto de anencéfalo; Pr. Silas Malafaia comenta | Verdade Gospel - Portal gospel de notícias do Brasil
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