sábado, 11 de fevereiro de 2012

A Ceia do Senhor


A Ceia do Senhor na Igreja Primitiva
O livro de Atos e as cartas escritas às igrejas nos ajudam a aprender um pouco mais sobre a Ceia do Senhor. Os discípulos se reuniam no primeiro dia da semana para participarem da ceia (Atos 20:7). Esta ceia era entendida como um ato de comunhão com o Senhor (1 Coríntios 10:14-22). Era tomada quando toda a congregação se reunia, como um ato de fraternidade entre os irmãos (1 Coríntios 11:17-20). Cada cristão era obrigado a examinar-se para ter certeza de que estava participando da ceia de um modo digno (1 Coríntios 11:27-29).

Quando devemos observar a Ceia do Senhor?
Jesus mostrou aos seus discípulos como participar deste memorial, mas não especificou quando. Aprendemos quando os primeiros cristãos observaram a ceia pelo exemplo dos discípulos em Trôade: "No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão. . ." (Atos 20:7). Quando seguimos este exemplo e participamos da Ceia do Senhor todos os domingos, relembramos freqüentemente o sacrifício que Jesus fez por causa de nossos pecados. Quando meditamos sobre o Salvador sofredor no domingo, é mais fácil resistir a tentações durante o resto da semana. Quando entendemos o alto preço que Jesus pagou por nossos pecados, esforçamo-nos para evitar qualquer coisa que possa magoá-lo e tornar vão seu sacrifício (veja Hebreus 10:24-31).

O que significa participar "indignamente"?
Cada um que participa da Ceia do Senhor deverá examinar-se para estar certo de que está participando de maneira correta, discernindo o verdadeiro significado do memorial.
"Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim, coma do pão e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si" (1 Coríntios 11:27-29).
A palavra "indignamente" é freqüentemente mal entendida. Ela não descreve a dignidade da pessoa (ninguém é verdadeiramente digno de comunhão com Cristo). Esta palavra descreve o modo de participar. A pessoa que não leva a sério esta comemoração está brincando com o sacrifício de Cristo e está se condenando por não discernir o corpo de Cristo. Por esta razão, devemos ser muito cuidadosos cada vez que participarmos da Ceia do Senhor. É imperativo que esqueçamos as preocupações mundanas e prestemos atenção exclusivamente à morte de Cristo. Se tratarmos a Ceia do Senhor como um mero ritual, ou se a tomarmos levianamente e deixarmos de meditar no seu significado, condenamo-nos diante de Deus.

Os Três Olhares na Ceia

Para trás, passado: memorial, histórico (1Co 11:24,26): O pão sem fermento, partido (rasgado), mastigado, lembra o corpo do Cristo, quebrado e moído Is 53. O suco fresco de uva esmagada lembra o Cristo vertendo seu sangue por nós, como o cordeiro imolado na Páscoa Ex 12 ou Nm 9.
      24 E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto EM MEMÓRIA de mim. ... 26 Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice ANUNCIAIS A MORTE DO SENHOR, até que venha. (1Co 11:24,26)

Para dentro, interior: purificador, pessoal (1Co 11:28; Sl 139:23 + 1Jo 1:9).
   EXAMINE-se, pois, o homem a SI mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. (1Co 11:28)
   SONDA-me, ó Deus, e conhece o meu coração; PROVA-me, e conhece os meus pensamentos. (Sl 139:23)
   Se CONFESSARMOS os nossos pecados, ELE é fiel e justo para nos PERDOAR os pecados, e nos PURIFICAR de TODA a injustiça. (1 Jo 1:9)

Para frente, futuro: profético 1Co 11:26 e Mt 26:29.
    Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, ATÉ QUE VENHA. (1Co 11:26)
    E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, ATÉ AQUELE DIA em que o beba novo convosco NO REINO de meu Pai. (Mt 26:29)

Não podemos esquecer nunca o dia negro no Calvário em que Jesus deu sua vida para salvar a nossa.

Em Cristo,
Edmilson Santos

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

PERIGOS QUE RONDAM O MINISTÉRIO PASTORAL



Diante de tantos desafios que cercam o ministério pastoral gostaria de citar apenas dois perigos.

1º Perigo: O perigo de envolver-se tanto em atividades que negligenciamos nossa vida devocional .
Penso que na essência, todo pastor deseja grandes mudanças em suas igrejas e daí a quantidade exorbitante de atividades a que nos entregamos todos os dias: aconselhamentos, visitas, escrever artigos, fazer ligações telefônicas, preparar estudos e sermões, separar tempo para planejar, reunir-se com a liderança, etc...
Obviamente, existe por trás deste excesso de atividades uma cultura – nosso mundo é voltado para o sucesso. Em razão disso, em nossas muitas atividades eclesiásticas somos cada vez mais dominados por superlativos. Orgulhamos por ter uma grande Igreja, um grande coral, um grande...
Conscientemente ou não, corremos atrás de atender a um modelo ideal de pastor estigmatizado por esta cultura do sucesso que é aquele líder que está sempre ocupado, sem tempo para mais nada. Se estar atarefado é ser importante, então preciso estar atarefado . Tornamo-nos daí pastores compulsivos, onde nossa identidade pastoral passa a ser derivada de nossas atividades. Sutilmente somos enganados, e por fazermos parte de uma sociedade competitiva, constantemente temos que provar o nosso valor, a nossa utilidade, e para tanto, procuramos nos manter sempre ocupado. Abro aqui um parêntesis para recomendar a leitura do livro de Henry Nouwen “ No Nome de Jesus” , onde o autor fala de três tentações mais comuns no ministério pastoral: ser relevante, ser espetacular e ser poderoso. Mas voltando; como evitar cair na armadilha do excesso de atividades? A resposta é a mais simples possível: Precisamos praticar um tempo a sós com Deus. Parece uma ousadia falar assim aos pastores, mas aqui falo também como pastor - em nossa vida agitada e cheia de atividades temos fracassado em separar tempo para a solidão afim de aprofundarmos nossa vida espiritual. Solidão é o remédio contra o ativismo pastoral. Cito Henry Nouwen quando ele afirma que na solidão, descobrimos que ser é mais importante que ter e que valemos muito mais que o resultado de nossos esforços.
Aprendemos com nosso Senhor Jesus em Lucas 5:15,16, que a ação interna (oração) tem precedência sobre a ação externa (proclamação). O v.15 nos informa que muitas pessoas procuravam a Jesus para serem curadas por ele e o v.16 afirma “ele porém se retirava para lugares solitários e orava”. Jesus percebeu o perigo e não caiu na armadilha de se entregar ás atividades, negligenciando sua vida devocional.
O pastor que imita as ações e a pregação de Jesus, sem, ao mesmo tempo, imitar sua vida profunda de oração, são um prejuízo para a fé e um empecilho para o crescimento da igreja.
Nós pastores insistimos com nossas ovelhas sobre a necessidade delas terem um tempo a sós com Deus. Mas não podemos nos esquecer que somos ovelhas também, e que ter uma vida profunda de oração não perde o seu valor quando somos ordenados ao ministério.

2º Perigo : O perigo de reduzir a funções e projetos a pessoas que Deus nos mandou pastorear.
Corremos o perigo de abandonarmos nossa função como pastor, deixando de pastorear pessoas, e nos tornamos administradores e secretários de Igrejas. Começamos a medir o sucesso no ministério pela popularidade de nossos projetos, dos terrenos que a igreja adquiriu, das reformas feitas na estrutura física da igreja durante nosso pastorado ali, do formato novo do boletim informativo, etc... Quando olhamos para o ministério de Jesus, verificamos que ele passou mais tempo cuidando de pessoas e conversando com elas do que em qualquer outra coisa. Jesus não era inclinado à programas, mas à pessoas. Diferentemente de nós que somos movidos para a produção.
Não me entendam mal. A princípio não há nada de errado em tudo isto; o perigo é sutil. Neste processo da secularização da igreja, movida á produção, homens e mulheres com quem vivemos e trabalhamos podem se tornar meros objetos. Pouco a pouco todos se transformam em instrumentos de trabalho. Sob a pressão de que estão trabalhando para Jesus, usamos estas pessoas como empregados para cumprirem uma missão que nem sempre é de Deus e sim do pastor.
Talvez devêssemos perguntar: Como posso saber se estou sendo bem sucedido no cumprimento de meu ministério? Creio que Efésios 4:11-15 delineia qual é a expectativa de Deus para nós pastores – Dentre algumas das medidas de sucesso em nosso ministério, está o fato de que precisamos preparar pessoas para o ministério. Para fazer isto preciso gastar tempo com as pessoas – ajuda-las, ouvi-las, aconselha-las, etc... Pessoas são a razão de nosso ministério. Precisamos ser lembrados que fomos chamados para pastorear e não para administrar. Nós pastores precisamos pastorear, dedicar tempo ás nossas ovelhas para visitá-las e orienta-las espiritualmente.
Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; põe o teu coração sobre os teus rebanhos (Pv 27.23). Esse texto define pontualmente o que DEUS espera daqueles a quem Ele chamou para o ministério pastoral. 

 
Em Cristo,
Edmilson Santos

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Pr.Silas Malafaia é contra fechamento da Cidade Mundial em Guarulhos-SP....



 Fonte: Verdade Gospel
http://www.verdadegospel.com/caos-provocado-por-igreja-mundial-incomoda-prf-e-pastor-silas-comenta/#.TxOGpRgz97Q.blogger

sábado, 7 de janeiro de 2012

COMO AUMENTAR O DESEJO DE SEU MARIDO PASSAR TEMPO COM VOCÊ


1) Admire-o – As pessoas são atraídas por aqueles que as admiram e repelidos por quem as deprecia ou se mostra superior. Admirar é valorizar! Também é respeitar, temer e honrar.
2) Comece a pedir o conselho e a opinião de seu marido com respeito a decisões a serem tomadas.
3) Satisfaça os pedidos do seu marido sempre que possível.
4) Procure oportunidades para chamar atenção para as qualidades positivas de seu marido quando estiver com outras pessoas.
5) Aprecie a profissão de seu marido, tentando compreender como ele sente que suas atividades são importantes.
6) Considere cuidadosamente o que seu marido diz sem reações negativas.
7) Não deixe passar dois dias sem expressar admiração por pelo menos uma coisa que seu marido tenha dito ou feito.
8) Descubra (com sensibilidade) alvos pessoais de seu marido e ajude-o a conquistá-los.
9) Comece a admirar seu marido de forma não verbal.
10) Deseje de fato obter o perdão de seu marido quando o magoar ou ofender, e não apenas que ele “Deixe prá lá”. 

OBS: ANTES QUE EU ME ESQUEÇA, ISSO VALE PARA OS DOIS...
 
Em cristo,
Edmilson santos

sábado, 31 de dezembro de 2011

UM NOVO ANO, PARA UM NOVO TEMPO (Lucas 13.6-9)


       Introdução

Se tem algo que eu acho triste na vida é alguém ter uma grande oportunidade na vida e perdê-la.

Um certo escritor falando sobre oportunidades diz: “É melhor estar preparado para uma oportunidade e não ter nenhuma, do que ter uma oportunidade e não estar preparado”.

Quantas pessoas que erraram em algumas áreas da vida, dariam tudo para ter uma segunda chance!

Jesus conta uma história que fala sobre esta segunda chance, ou acerca desta nova oportunidade.

Ela fala de um homem no verso 7 que durante 3 anos vinha buscar frutos em sua figueira, mas não encontrava nenhum. Cansaço dessa situação ele determina que aquela figueira seja arrancada. Um vinhateiro  implora a favor daquela figueira, pedindo por mais uma chance, por outra oportunidade durante o próximo ano.

Entendamos esta parábola: o dono desta vinha é Deus, o vinhateiro que é responsável pela produção da figueira, é Jesus, e a figueira é a nossa vida. Os frutos desta figueira são as nossas obras.

Neste ano que termina, quantos de nós viemos a perder muitas oportunidades importantes que nos foram dadas. Quem sabe foram perdidas oportunidades no trabalho, na vida familiar, na Igreja, nos relacionamentos, na vida sentimental. Com certeza, você deve estar pensando nas oportunidades que foram perdidas, nas grandes chances que lhe foram dadas e de repente, você as perdeu por algum motivo. E talvez agora, esteja pensando sobre como poderá recuperar o que se perdeu.

Muitos perderam grandes oportunidades de frutificar na história da revelação

Examinando a Bíblia encontramos vários exemplos de pessoas que perderam grandes oportunidades. Quem não se lembra de Esaú, que perdeu a grande oportunidade de experimentar todos direitos especiais que um filho primogênito tinha, ao trocar tudo por um prato de comida. Esaú perdeu grandes oportunidades e depois tentou reaver o que tinha perdido. Ninguém pode esquecer de Caim, que perdeu a oportunidade de ter a sua oferta aceita por Deus por causa de sua natureza violenta e pecaminosa. Outros como o jovem rico, que perderam a oportunidade de serem salvos porque amaram mais as suas riquezas do que a Deus. Lembro ainda Marta que perdeu a oportunidade de aprender com Jesus nos dias em que o mestre estava ali em sua casa hospedado.

Agora, deixe que eu lhe pergunte: “Você fracassou no ano passado? …você falhou em alguma coisa importante no ano passado? …você errou na vida no ano passado?”

Se você teve um ano com perdas constantes de oportunidades e chances, então aproveite este momento para fazer uma avaliação de sua vida, com o objetivo de fazer uma correção em seu rumo. Neste novo ano que chega, vem um tempo para novas oportunidades.

Acredito que  Deus agendou uma segunda chance para você hoje! Neste novo ano, Deus me dá uma nova oportunidade para um recomeço.  2012 é o ano do recomeço e de novas oportunidades.

Existem algumas preciosas lições nesta história da figueira

1   Corresponda as expectativas de Deus para sua vida v.6,7

O v.6 revela que havia uma expectativa no coração daquele dono de terra: “ele tinha uma figueira plantada na vinha”. Logo, contava colher os seus frutos. E esta era a sua expectativa.

E é completamente justo que esse homem esperasse frutos naquela figueira, porque é natural que uma figueira produza figos!

A figueira é uma espécie de arbusto de boa adaptação à diversas condições de clima e de solo. Um especialista diz, que uma só figueira, produz em torno de 8 a 10 kg de figos verdes por safra!

Mas, ocorria uma anormalidade com a figueira aqui. O verso 7 diz que por três anos aquele agricultor procurava frutos nela e voltava decepcionado para casa, porque não havia frutos para colher. Ele olhava para aquela árvore frutífera, revirava suas folhagens, levantava e abaixava os galhos, mas não via frutos nela.

No verso 7 o dono desta vinha diz: “por que ela (a figueira) ocupa ainda a terra inutilmente?”

Amado, está figueira representa a nossa vida. Quando Deus olha para a sua vida, o que Ele está vendo? Deus está vendo frutos?

…se você é um crente, um servo de Deus, Ele está vendo os frutos do seu ministério? …Ele está vendo o fruto do seu labor? …quando Deus olha para a sua vida, irmã/irmão, o que Ele está vendo?

…se você ainda não é um crente, se ainda não fez o compromisso de amar a Deus, de adorar a Deus, de obedecer a Deus… quando Deus olha para a sua vida, o que Ele está vendo?

Amado: Deus tem sonhos com você, Ele tem propósitos, Ele tem expectativas a seu respeito.

Mas será que estas expectativas de Deus, estão sendo correspondidas por nós? onde  estão os frutos? Como está o amor a Deus? Como está a comunhão, o relacionamento, a devoção, a intimidade  e o dia a dia com Deus.

Por isso, a primeira lição que aprendemos desta parábola, é que com esse Ano Novo, nós TEMOS UMA NOVA OPORTUNIDADE PARA CORRESPONDER ÀS EXPECTATIVAS DE DEUS.

2    Estamos tendo uma nova chance de mantermos os privilégios e bençãos que recebemos do Senhor v. 7

Veja que interessante o que lemos no v.6a: uma figueira plantada numa vinha – figueira privilegiada essa! …a figueira estava plantada numa vinha, numa plantação de uvas, que é uma fruta nobre. Nós não esperaríamos uma figueira dentro de uma plantação de uvas. Mas, o dono a coloca em um lugar excelente em uma posição privilegiada.

Uma vinha requeria cuidados especiais… O solo precisa ser muito bom, o clima agradável, chuva em períodos regulares. Até a velocidade do vento precisa ser bem dosada. Pois era num lugar assim, que estava esse pé de figos; ele havia sido plantado numa terra fértil, numa terra tão boa que proporcionava o cultivo de uvas.

Portanto, essa figueira estava em terra boa, recebendo os mesmos cuidados, as mesmas oportunidades que o vinhateiro dava à sua vinha, ou seja, a figueira tinha tudo para produzir fruto – todos os privilégios… mas ainda assim, ela não dava fruto…

Como filhos de Deus desfrutamos de um tratamento especial de Deus, temos uma posição especial, recebemos as bênçãos de Deus diariamente, somos especiais para Deus, e somos tratados de forma especial.

Aqui mesmo no evangelho de Lucas, lemos algo que não podemos esquecer, está no capítulo 12, v.48: “…será pedido muito de quem recebe muito; e, daquele a quem muito é dado, muito mais será pedido”.

A Bíblia está dizendo que cada pessoa será julgada de acordo com as oportunidades que recebeu: A quem muito se deu, muito se exigirá…

Eu preciso lhe fazer essa pergunta: No ano passado, o que você fez com todas as bênçãos e com todos os privilégios que te foram dados por Deus?

Deus lhe deu 365 dias… Deus cuidou de você em cada um deles… mesmo nos dias em que você adoeceu ou se feriu, Deus abençoou você… Ele preservou a sua vida… o que você fez com todas aquelas bênçãos e privilégios?

Você correspondeu a Deus com obediência na vida, com amor, com dedicação, com comunhão, com fidelidade?

Talvez você tenha desperdiçado as melhores oportunidades da sua vida…

Mas veja: Deus te dá um Ano Novo, e isto significa que você tem UMA NOVA OPORTUNIDADE PARA CORRESPONDER AOS PRIVILÉGIOS RECEBIDOS DE DEUS… diga: Graças a Deus, porque tenho uma nova oportunidade!

3    Deus está investindo novos recursos, novos dons, novas habilidades, novos talentos na figueira para que ela produza os frutos. V.8

O dono da figueira diz no verso 7: “Há três anos venho procurar fruto nesta figueira e não o acho, corta-a”. Naquele instante o vinhateiro se coloca em atitude de defesa da figueira. Eu vejo aqui Jesus simbolizado, em nos defender e interceder a nosso favor perante Deus, pedindo a Deus que tenha misericórdia de nossas vidas, e compaixão de nossos pecados.

Na história que Jesus contou, lemos no v.8, o vinhateiro pede ao Senhor que deixe a figueira por mais um ano. Ele diz no verso 8: “deixe-a este ano, até que eu a escave e a esterque”. Vemos aqui que haverá um novo investimento na figueira: Ela será poupada, terá o seu solo afofado, receberá esterco (adubo); nada irá faltar à esta figueira – ela receberá atenção especial.

Com este Novo Ano que chegou, amados, nós temos uma nova oportunidade e também novos recursos de Deus.

O que esse texto diz que será feito à figueira, é o que Deus irá fazer, neste ano, à vida de toda a pessoa que não tem conseguido frutificar.

Veja como Deus é misericordioso: se você terminou o ano sem resultado positivo, sem fruto na sua vida, com sua fé abalada, enfraquecido, aqui diz que Deus vai continuar investindo em você. Deus vai tomar providências. Aleluia!

Amado, não haverá desculpas para não dar frutos neste ano…

4    Deus está nos dando uma nova oportunidade que não poderá ser negligenciada

A questão aqui é que Deus pode fazer você frutificar. Ele tem poder de gerar frutos em sua vida. De transformá-la completamente. Não há outra alternativa: é frutificar ou frutificar!

Caso contrário, aí então, se a figueira não mudar sua realidade, se a figueira não produzir fruto, se ela não frutificar, o verso 9 diz que ela  vai virar lenha. (pergunte à pessoa ao lado: “Você não quer virar lenha, quer?”).

Quero que você entenda que esta segunda chance, não pode ser negligenciada, porque o custo é alto. Jesus realmente contou que se a figueira não produzir fruto, será cortada.

Amado, se Deus não encontrar obediência na sua vida, se Ele não encontrar santidade, se esse fruto não for achado em você… o seu fim será a morte eterna, será de separação de Deus para sempre… você será cortado e lançado no fogo eterno.

Ouça: ninguém deve brincar com as oportunidades dadas por Deus…

Então, eis o que você deve fazer para dar fruto:  Você deve aproveitar as condições que Deus te dá e fincar suas raízes, plantando os pés no caminho de Deus. Você deve criar raízes na presença de Deus… deve ficar firme em Deus… você deve se firmar na igreja… se firmar no caminho de Deus – aí, então, a sua vida produzirá fruto!

Faz pouco tempo eu li algo a respeito de alguns tipos plantas que são quase indestrutíveis! São espécies que você pode picar em pedacinhos, mas que continuam crescendo. A bananeira, por exemplo, você picá-la, pode queimá-la, mas ela vai continuar crescendo… Há apenas um modo de acabar com a bananeira: arrancando suas raízes. As raízes são a chave do fruto. Se você fincar raízes no caminho de Deus, na casa de Deus, a produção do fruto estará garantida.

Por isto, neste Novo Ano, Deus espera muito de você. Hoje você TEM UMA NOVA OPORTUNIDADE QUE NÃO PODE SER NEGLIGENCIADA.

4 Conclusão
Como a figueira da parábola contada por Jesus, nós acabamos de receber mais uma oportunidade de Deus.

Vamos corresponder às expectativas de Deus! Neste ano, vamos fincar nossos pés na presença de Deus e viver de maneira frutífera! Amém?

Em Cristo pr,
Edmilson Santos
 
Ministrado no inicio de 2011 na Igreja batista Nova Jerusalém

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Globo pretende fazer 3 edições do Festival Promessas em 2012

 
A Rede Globo está pretendendo realizar três edições do Festival Promessas em 2012. A intenção é gravar fora do Rio de Janeiro, já que no estado há diversos eventos do segmento gospel.
Segundo informações do Radar On Line, da Revista Veja, a Globo quer fazer duas edições regionais e uma nacional do Festival e que também pretende filmar os shows em outro estado, já que o Rio recebe durante todo o ano, eventos religiosos.
O Festival Promessas aconteceu no dia 10 de dezembro no Aterro do Flamengo e contou com a presença de nove cantores evangélicos. O evento foi transmitido no dia 18 pela emissora e obteve o dobro do ibope em relação ao mesmo horário do domingo anterior.
O sucesso do festival não foi mostrado apenas com audiência, mas também nas redes sociais, pois durante o evento, o assunto foi o mais comentado no Twitter, entre as 10 palavras no Trend Topics Brasil, oito eram sobre o programa.
Mas a aproximação entre a emissora e os evangélicos gerou muita polêmica no meio gospel. Enquanto o pastor Silas Malafaia elogiava a abertura que a Rede Globo deu ao segmento gospel, outros líderes não concordavam e até protestaram não só contra a emissora mas também contra o ‘tipo’ de evangelho que estava sendo transmitido na TV.

Em Cristo,
Edmilson Santos

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

[Canal Livre na Band] Jesus realmente existiu?



Em Cristo,
Edmilson Santos